O SENHOR é o meu pastor, nada me faltará. Salmos 23:1

quinta-feira, 21 de fevereiro de 2013



"...Aquele que está sentado no trono, 
e ao Cordeiro, seja o louvor, e a honra, 
e a glória, e o domínio, pelos séculos
dos séculos".                      
                                              Apocalipse 5: 13b




Apocalipse é um livro de revelações feitas por Jesus. Os capítulos quatro e cinco são preparatórios para o desenvolvimento destas revelações. No sexto capítulo os selos começam a ser abertos. Cristo é o único que tem poder e autoridade para abrir esses selos.

O livro e os sete selos - 5: 1.

O livro dos sete selos é descrito como um rolo selado, ao longo de suas beiradas, com sete selos, dando a entender que estava tão fechado que somente um grande poder seria capaz de abri-lo. Ou, então, o próprio rolo se compunha de sete porções, cada um com seu próprio selo. É o livro das revelações de Jesus Cristo que passamos agora a considerar.

Primeiro selo = O cavalo branco (conquista) - 6: 1-2.

Um homem montado num cavalo branco surgiu em cena. Há duas idéias sobre isto: a) Alguns acham que o homem montado no cavalo branco representa Cristo, 19: 11-16. A cor branca sugeriria a pureza celestial; a coroa, a realeza; o arco representaria o seu modo de vencer os inimigos. O cavalo representa guerra, violência, tragédia, etc.; b) Outros, julgam ser este homem o Anticristo, que imitará o verdadeiro Cristo com uma falsa pureza, falsa paz, usando seu arco, v. 2, um instrumento de longo alcance. Ele tentará persuadir todas nações. O texto diz "saiu vencendo e para vencer". Cristo, porém, já venceu e é vencedor, 5: 5. Glória a Deus!

Segundo selo = cavalo vermelho (guerra) 6: 3-4.

Este segundo selo mostra um cavaleiro mais pomposo. Nada disse. Apenas cavalgou e permitiu que a cor de seu cavalo o identificasse. Foi-lhe concedido "tirar a paz da terra e levar os homens a se matarem uns aos outros". Vermelho é a cor do sangue, dando a entender derramamento de sangue. O sangue chegará até os freios dos cavalos, 14: 20.

Terceiro selo = o cavalo preto (fome), 6: 5-6.

Aberto o terceiro selo identificando o terceiro cavaleiro como sendo a fome. Nos tempos de guerra, escasseia o alimento e ele é racionado e pesado para cada família. Os preços dos gêneros de primeira necessidade se elevam assustadoramente; o preço do trigo para o pão; do óleo; do vinho, etc. A fome sempre vem na esteira da guerra. Jesus já havia predito isto: "haverá fome", Mt 24: 7.

Quarto selo = o cavalo amarelo (pestilência), 6: 7-8.

Um cavalo amarelo, pálido, entra em cena como uma figura hedionda. Seu nome é morte; e o Hades, a região dos mortos, vem atrás dele para apanhar sua presa. Foi-lhe dado o poder sobre a quarta parte da terra, podendo matar seus habitantes por todos os modos concebíveis. A peste sempre vem depois da guerra e da fome. Ele pode destruir mais vidas do que a própria guerra ou fome. Consegue deixar forte impressão de horror.

Tudo o que foi apresentado - a conquista militar, a guerra, a fome e a peste - são manifestações da ira do Cordeiro, Ap 6: 16-17, sobre os homens que ficarem na Grande Tribulação.

Quinto selo = o lamento dos mártires, 6: 9-11.

Na abertura do quinto selo, a cena se modifica. Até aqui vimos os meios pelos quais Deus exercerá seu julgamento. Agora, veremos a razão desse julgamento. Debaixo do altar, João vê "as almas dos que foram mortos por causa da palavra de Deus e por causa do testemunho que deram". O altar é o lugar onde podemos aproximar de Deus; lugar onde Deus vem ao encontro das necessidades humanas. Quem são esses mártires? Possivelmente os judeus, juntamente com alguns crentes gentios, que serão levados a crer devido ao súbito desaparecimento da Igreja, Ap 3: 10; 1 Ts 1: 10.

Simbolicamente, esses mártires clamarão para que se vingue o sangue deles que foi derramado. Mas isto é um símbolo. Este parágrafo reflete a necessidade moral do julgamento. Deus não seria um Deus justo se deixasse sem vingança males tão grandes. A cada um deles se conferiu um vestido branco, símbolo de sua vitória e pureza, e se lhes diz que tenham paciência, pois o tempo ainda não está maduro para a retribuição de Deus; há outros que ainda irão sofrer como eles.

Sexto selo = terremoto e julgamentos, 6: 12-17.

O texto fala do escurecimento do sol, a lua tornando-se em sangue, estrelas caindo do céu, ventos fortes, gentes de todas classes sociais escondendo-se em cavernas e rochas e clamando às montanhas que caiam sobre elas e assim as escondessem do rosto d'Aquele que está assentado no trono e da ira do Cordeiro. Ainda não está representando neste texto o juízo final. Apenas é um julgamento temporal por meio de calamidades naturais. Estes acontecimentos também se referem ao período da Grande Tribulação, Mt 24: 21; Ap 7: 14; Dn 9: 27, ultrapassando qualquer coisa que a natureza jamais viu semelhante.

Os cento e quarenta e quatro mil selados, 7: 1-17.

Na visão do capítulo 7, João viu quatro anjos, que estavam sobre os quatro cantos da terra, retendo os quatros ventos que simbolizam a retribuição divina. Também viu outro anjo que subia da banda do sol nascente. Trazia o selo de Deus que indica posse e proteção, nas frontes dos judeus, 144.000, que se converterão no meio da Grande Tribulação com um grupo de gentios, v. 4-9.

Os pós-tribulacionistas (crença de que a Igreja passará pela grande Tribulação), asseguram que os 144.000 representam o Israel espiritual, a própria Igreja que será marcada por Deus para não sofrer na Grande Tribulação. Portanto, não queremos ser arbitrários em afirmar que a Igreja não passará pela Grande Tribulação. Nesta ocasião, estaremos nas bodas do Cordeiro, Mt 25: 1-13; Ap 19: 9. A partir do v. 9-17 percebemos os mártires sendo recebidos de vestiduras brancas, alvejadas no sangue do Cordeiro, diante do trono de Deus, não mais na terra, e servem a Deus continuamente.

Sétimo selo = o silêncio no céu e o incenso, 8: 1-5.

O silêncio no céu tem sido interpretado de várias maneiras: simbolizando o juízo dilatado, ou delongado e dramático. Simbolizando também um período de suspense, de expectativa, pelas coisas que ainda iriam acontecer. Simbolizando também o momento em que os salvos, quando chegarem ao céu, ficarão perplexos, vislumbrando, atônitos as belezas daquilo que os olhos jamais viram, 1Co 2: 9. O incenso da vitória, 8:3-5, refere-se às orações de todos os santos. Toda a cena dos versículos 3, 4 e 5 é um prelúdio das Sete Trombetas que começam a ser ouvidas.

Conclusão

Agonizante será para aqueles que não subirem no arrebatamento, pois terão de contemplar todos estes flagelos durante sete anos, Dn 9: 27; Ap 11: 23. A Igreja, porém, estará nas Bodas do Cordeiro, participando do Grande Casamento entre o noivo e a noiva, Ap 22: 17.

AS Sete trombetas


 AS Sete trombetas
Primeira Trombeta
E o primeiro anjo tocou a sua trombeta, houve saraiva e fogo misturado com sangue, é jogado para a Terra queimando um terço das árvores do planeta, e toda a erva verde. (Apocalipse 8:7)
Segunda Trombeta
E o segundo anjo tocou a trombeta; e foi lançada no mar uma coisa como um grande monte ardendo em fogo, e tornou-se em sangue a terça parte do mar, e morreu a terça parte das criaturas que tinham vida no mar; e perdeu-se a terça parte dos navios. (Apocalipse 8:9)
Terceira Trombeta
E o terceiro anjo tocou a sua trombeta, e caiu do céu uma grande estrela ardendo como uma tocha, e caiu sobre a terça parte dos rios, e sobre as fontes das águas. (Apocalipse 8:10)
Quarta Trombeta
E o quarto anjo tocou a sua trombeta, e foi ferida a terça parte do sol, e a terça parte da lua, e a terça parte das estrelas; para que a terça parte deles se escurecesse, e a terça parte do dia não brilhasse, e semelhantemente a noite. (Apocalipse 8:12)
Quinta Trombeta
O som da quinta trombeta é o "primeiro ai" de três. E o quinto anjo tocou a sua trombeta, e vi uma estrela que do céu caiu na terra; e foi-lhe dada a chave do poço do abismo, e abriu o poço do abismo, e subiu fumaça do poço, como a fumaça de uma grande fornalha, e com a fumaça do poço escureceu-se o sol e o ar, e da fumaça vieram gafanhotos sobre a terra; e foi-lhes dado poder, como o poder que têm os escorpiões da terra, e foi-lhes dito que não fizessem dano à erva da terra, nem a verdura alguma, nem a árvore alguma, mas somente aos homens que não têm nas suas testas o sinal de Deus. E foi-lhes permitido, não que os matassem, mas que por cinco meses os atormentassem; e o seu tormento era semelhante ao tormento do escorpião, quando fere o homem. E naqueles dias os homens buscarão a morte, e não a acharão; e desejarão morrer, e a morte fugirá deles. E o parecer dos gafanhotos era semelhante ao de cavalos aparelhados para a guerra; e sobre as suas cabeças havia umas como coroas semelhantes ao ouro; e os seus rostos eram como rostos de homens. E tinham cabelos como cabelos de mulheres, e os seus dentes eram como de leões. E tinham couraças como couraças de ferro; e o ruído das suas asas era como o ruído de carros, quando muitos cavalos correm ao combate. E tinham caudas semelhantes às dos escorpiões, e aguilhões nas suas caudas; e o seu poder era para danificar os homens por cinco meses. E tinham sobre si rei, o anjo do abismo; em hebreu era o seu nome Abadom, e em grego Apoliom. (Apocalipse 9:1-11). Passado é já "um ai"; eis que depois disso vêm ainda "dois ais". (Apocalipse 9:12)
Sexta Trombeta
O som da sexta trombeta é o "segundo ai". E tocou o sexto anjo a sua trombeta, e ouvi uma voz que vinha das quatro pontas do altar de ouro, que estava diante de Deus, a qual dizia ao sexto anjo, que tinha a trombeta: Solta os quatro anjos, que estão presos junto ao grande rio Eufrates, e foram soltos os quatro anjos, que estavam preparados para a hora, e dia, e mês, e ano, a fim de matarem a terça parte dos homens, e o número dos exércitos dos cavaleiros era de duzentos milhões; e ouvi o número deles, e assim vi os cavalos nesta visão; e os que sobre eles cavalgavam tinham couraças de fogo, e de jacinto, e de enxofre; e as cabeças dos cavalos eram como cabeças de leões; e de suas bocas saía fogo e fumaça e enxofre. Por estes três foi morta a terça parte dos homens, isto é pelo fogo, pela fumaça, e pelo enxofre, que saíam das suas bocas. Porque o poder dos cavalos está na sua boca e nas suas caudas. Porquanto as suas caudas são semelhantes a serpentes, e têm cabeças, e com elas danificam, e os outros homens, que não foram mortos por estas pragas, não se arrependeram das obras de suas mãos, para não adorarem os demônios, e os ídolos de ouro, e de prata, e de bronze, e de pedra, e de madeira, que nem podem ver, nem ouvir, nem andar, e não se arrependeram dos seus homicídios, nem das suas feitiçarias, nem da sua prostituição, nem dos seus furtos. (Apocalipse 9:13-21)
Sétima Trombeta
O som da sétima trombeta sinaliza o "terceiro ai". Este é o som da trombeta final. E o sétimo anjo tocou a sua trombeta, e houve no céu grandes vozes, que diziam: Os reinos do mundo vieram a ser de nosso Senhor e do seu Cristo, e ele reinará para todo o sempre, e os vinte e quatro anciãos, que estão assentados em seus tronos diante de Deus, prostraram-se sobre seus rostos e adoraram a Deus, Dizendo: Graças te damos, Senhor Deus Todo-Poderoso, que és, e que eras, e que hás de vir, que tomaste o teu grande poder, e reinaste, e iraram-se as nações, e veio a tua ira, e o tempo dos mortos, para que sejam julgados, e o tempo de dares o galardão aos profetas, teus servos, e aos santos, e aos que temem o teu nome, a pequenos e a grandes, e o tempo de destruíres os que destroem a terra, e abriu-se no céu o templo de Deus, e a arca da sua aliança foi vista no seu templo; e houve relâmpagos, e vozes, e trovões, e terremotos e grande saraiva. (Apocalipse 11:15-19)
Interpretações

Na Escatologia cristã , as primeiras seis trombetas são usadas ​​para servir como um alerta para os pecadores sobre a Terra e um apelo ao arrependimento. Em sequência cada trombeta traz consigo uma praga de uma natureza mais desastroso do que a trombeta anterior. As trombetas são utilizadas para construir a antecipação e diz ao leitor que algo está prestes a acontecer. A sétima trombeta não traz nenhuma praga com ela, pelo contrário, ela é tocada de forma que a glória é dada a Deus e Seu reino é anunciado.

Não ameis ao mundo (1 João 2:15.)

15- Não ameis o mundo, nem o que no mundo há. Se alguém ama o mundo, o amor do Pai não está nele.
    2:15-17 não a admoestação moral para amar o mundo é também conselhos práticos, pois já está claro que o mundo está passando, (v. 17). Tal como no Evangelho de João, th e "mundo" é o sistema de rebelião e orgulho que pretende substituir Deus e seu governo. É este sistema e não a ordem criada em si, que "não é do Pai" e que já tinha sido marcada para o julgamento e destruição (João 12:31). Aqueles que não são do mundo recebe a palavra do Pai de Jesus (João 17:14) e mostrar a sua resposta a ela que eles são escolhidos para a salvação ea vida eterna. 
    15. Para todos vocês, se os pais, jovens ou crianças, eu digo, Não ameis o mundo - Prosseguir a sua vitória, superando o mundo. Se alguém ama o mundo - Busque a felicidade nas coisas visíveis, não o amor de Deus. 
16 - Porque tudo o que há no mundo, a concupiscência da carne, a concupiscência dos olhos e a soberba da vida, não é do Pai, mas do mundo.
    2:16 luxúria ... orgulho. Aqueles que amam este mundo (v. 15) são míopes, pois eles querem ser satisfeito e honrado agora (Lc 6:24-26). Em contrapartida, aqueles que amam o Pai tem uma perspectiva de longo prazo e esperar recompensa de Deus (Lc 6:20-23). 
    16. O desejo da carne - o prazer dos sentidos de ida, se o sabor, cheiro ou toque. O desejo dos olhos - dos prazeres da imaginação, para que o olho é subserviente, principalmente, do sentido interno através do qual podemos apreciar o que é grande, novo, ou bonito. A soberba da vida - Toda a pompa que em roupas, casas, móveis, apetrechos, maneira de viver, que geralmente honra de adquirir a maior parte da humanidade, e assim satisfazer o orgulho ea vaidade. É, portanto, diretamente inclui o desejo de louvor e, remotamente, a cobiça. Todos estes desejos não são de Deus, mas do príncipe deste mundo. 
17 - E o mundo passa, e a sua concupiscência; mas aquele que faz a vontade de Deus permanece para sempre.
    2:17 ele que faz a vontade de Deus permanece eternamente. João não está ensinando que a vida merece a nossa obediência eterna. Somente a obediência de Jesus pode satisfazer as exigências de Deus. Crentes recebem a vida eterna como um dom (5:11), e do dom do amor transforma-los para que eles fazem a vontade de Deus em gratidão (3:16). 
    17. O mundo passa, ea vontade dele - isto é, tudo o que pode satisfazer os desejos passa impune. Mas o que faz a vontade de Deus - que ama a Deus, não o mundo. Permanece - Em gozo de que ele ama, para sempre. 
18 - Filhinhos, é já a última hora; e, como ouvistes que vem o anticristo, também agora muitos se têm feito anticristos, por onde conhecemos que é já a última hora.
    2:18-28 A partir do momento que Jesus pronunciou juízo sobre este mundo ", a última hora", foi em cima dele, uma intensificação da oposição à final Deus, que termina com o julgamento final. A previsão do "anticristo" não é do Antigo Testamento, mas de Jesus (Mateus 24:5, 24). Esta previsão começaram a ser cumpridas na era do Novo Testamento com aqueles que negam o Pai eo Filho (v. 22) e deixou a Igreja para propagar sua doutrina falsa (v. 19). Sua negação do Filho foi uma rejeição do Pai que O enviou (2:23, João 15:23). Em contraste com os anticristos, os crentes têm uma unção do Espírito Santo (vv. 20, 
    2:18 é a última hora. João não vai satisfazer o desejo de "conhecer tempos ou épocas que o Pai tem colocado em sua própria autoridade" (Atos 1:7); ele caracteriza todo o tempo entre a primeira ea segunda vinda de Cristo como "a última hora" (cf. Act 2 : 17; 1 Coríntios. 10:11). Não importa quanto tempo esta hora "pode estender em termos de tempo de calendário, é verdade que" o tempo está próximo "(Ap 1:3; cf. Rev. 1: 1; 22:20) para todas as promessas de Deus para ser cumprida. 
    o anticristo está chegando ... muitos anticristos se têm vindo. Isto é comumente visto como uma previsão distinto de muitos anticristos através do curso da história, seguido de um Anticristo no fim (2 Tessalonicenses. 2:3-10; Apocalipse 13:11-18). John, no entanto, pode estar se referindo apenas à sorte de falsos mestres que já o problema da igreja (v. 22; 4:3). 
    18. Filhinhos, esta é a última vez - a última dispensação da graça, que é para continuar até o fim do tempo, é iniciado. Ouvistes que vem o anticristo - Sob o anticristo prazo, ou o espírito do anticristo, ele inclui todos os falsos mestres e inimigos da verdade, sim, o que as doutrinas ou os homens são contrários a Cristo. Parece ter sido muito tempo depois que o nome do anticristo foi apropriado para o grande adversário de Cristo, o homem do pecado, 2 Tessalonicenses. ii, 3 Anticristo, em St. Johns sentido, isto é, anticristianismo, vem se espalhando da sua época até agora, e vai fazê-lo, até que surge grande adversário, e é destruído por Cristos vinda. 
19 - Saíram de nós, mas não eram de nós; porque, se fossem de nós, ficariam conosco; mas isto é para que se manifestasse que não são todos de nós.
    2:19 Saíram de nós. Paulo também adverte contra falsos professores que irão surgir entre os crentes (Atos 20:29-31). Tal como no caso de Simão, o feiticeiro (Atos 8:9 - 24), a adesão visível na igreja não garante a salvação. Inward apatia ou hostilidade para com a evangelho pode ser mascarado pela conformidade exterior. Os falsos mestres revelou sua hostilidade não só por sair, mas pela maneira que eles deixaram. Porque eles saíram para se opor à palavra do evangelho, a partida era tanto uma renúncia à igreja e sua mensagem como era a saída de Judas da Última Ceia (João 13:30). 
    19. Eles não eram de nós - Quando eles iam; seus corações eram antes afastou de Deus, do contrário, teriam permanecido conosco, mas eles saíram, para que pudessem se manifestar - Ou seja, este se manifestou pela sua saída . 
20 - E vós tendes a unção do Santo, e sabeis tudo.
    2:20 a unção do Santo. "Cristo" significa "Ungido ", referindo-se ao escritório único de Jesus como Salvador de Deus. Deus ungiu a Jesus diretamente com o Espírito Santo para ser consumado, o Profeta, Sacerdote e Rei (Atos 10:38; Heb. 1:1-9). crentes também têm profética , sacerdotal e real das responsabilidades e são ungidos com o Espírito Santo (2 Coríntios. 1:21, 22) para esses direitos (1 Coríntios. 12). 
    20. Mas vós tendes a unção - A crisma, talvez assim chamado em oposição ao nome do anticristo, um ensinamento interior do Espírito Santo, que vos conhece todas as coisas - necessários para a sua preservação desses sedutores e, para sua salvação eterna. São João aqui, mas só toca no Espírito Santo, de quem ele fala mais em grande parte, cap. iii, 24, iv, v 13, de 6. 

terça-feira, 19 de fevereiro de 2013

Mensagens de Vida !
































MARTA SANTOS VARAO DE FOGO Essa eu recomendo.

Pense Nisso!!!!!!




Textos Bíblicos

Melhor é a boa fama do que o melhor ungüento, e o dia da morte do que o dia do nascimento de alguém.
Melhor é ir à casa onde há luto do que ir à casa onde há banquete, porque naquela está o fim de todos os homens, e os vivos o aplicam ao seu coração.
Melhor é a mágoa do que o riso, porque com a tristeza do rosto se faz melhor o coração.
O coração dos sábios está na casa do luto, mas o coração dos tolos na casa da alegria.
Melhor é ouvir a repreensão do sábio, do que ouvir alguém a canção do tolo.
Porque qual o crepitar dos espinhos debaixo de uma panela, tal é o riso do tolo; também isto é vaidade.
Verdadeiramente que a opressão faria endoidecer até ao sábio, e o suborno corrompe o coração.
Melhor é o fim das coisas do que o princípio delas; melhor é o paciente de espírito do que o altivo de espírito.
Não te apresses no teu espírito a irar-te, porque a ira repousa no íntimo dos tolos.
Nunca digas: Por que foram os dias passados melhores do que estes? Porque não provém da sabedoria esta pergunta.
Tão boa é a sabedoria como a herança, e dela tiram proveito os que vêem o sol.
Porque a sabedoria serve de defesa, como de defesa serve o dinheiro; mas a excelência do conhecimento é que a sabedoria dá vida ao seu possuidor.
Atenta para a obra de Deus; porque quem poderá endireitar o que ele fez torto?
No dia da prosperidade goza do bem, mas no dia da adversidade considera; porque também Deus fez a este em oposição àquele, para que o homem nada descubra do que há de vir depois dele.
Tudo isto vi nos dias da minha vaidade: há justo que perece na sua justiça, e há ímpio que prolonga os seus dias na sua maldade.
Não sejas demasiadamente justo, nem demasiadamente sábio; por que te destruirias a ti mesmo?
Não sejas demasiadamente ímpio, nem sejas louco; por que morrerias fora de teu tempo?
Bom é que retenhas isto, e também daquilo não retires a tua mão; porque quem teme a Deus escapa de tudo isso.
A sabedoria fortalece ao sábio, mais do que dez poderosos que haja na cidade.
Na verdade que não há homem justo sobre a terra, que faça o bem, e nunca peque. 
Eclesiastes 7:1-20